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sexta-feira, julho 11, 2014

De como é bom viver no campo V

O bom de viver no campo... é poder roubar descaradamente esta foto à mana. Ter esta vizinhança a dar os "bons-dias" assim à descarada é coisa para dar outro sentido ao dia. Ou talvez não, que há quem não aprecie este tipo de confiança. Mas enquanto se mantiverem pelo quintal as relações de vizinhança mantêm-se cordiais (os mosquitos poderão não pensar da mesma forma. Olha, que se vão queixar ao sindicato!).


Eu tenho andado muito ausente aqui do cantinho, que me desculpe quem me visita(va). Tentarei retribuir os comentários nos próximos dias e ver se dou novo alento à chafarica.

quarta-feira, março 27, 2013

De como é bom viver no campo IV

E é mesmo! É sempre enriquecedor as experiências que se vivem no campo. Tudo muda, nada está igual no dia seguinte e há sempre uma novidade.

A última foi esta, um camaleão bébé que as pequenas encontraram a passear-se na vegetação junto à casa. Obviamente que foi devolvido à natureza, por aqui temos muito respeito por todas as criaturas e plena consciência de que esta é uma espécie em vias de extinção. Felizmente, o nosso cantinho ainda é um dos poucos lugares no País em que podemos encontrar estes belíssimos exemplares e onde não se poupam esforços para os proteger. Mas claro está que as miúdas quiseram gravar o momento e fazer uma pequena sessão fotográfica. Pequenina para não stressar o nosso camaleãozinho.



Nas "explorações" à horta encontrámos cogumelos. Desde miúda que não me lembro de um ano em que houvesse tantos. Temos descoberto bastantes, geralmente escondidos entre as ervas. 



Hoje, com a desculpa de um trabalho para a escola, fomos até à Ria Formosa tirar umas fotos.


Apesar de o dia não ser dos mais bonitos, a temperatura estava agradável e o sol espreitava tímido. Só o vento teimava em brincar connosco.


A Ria é lindíssima e a vista a partir da igreja de Cacela Velha é espectacular. Podemos ver a Ria, o mar, os barcos de pesca e de recreio, as aves, os viveiros de ameijoa e as hortinhas. E sentir a pacatez da aldeia.




É claro que a princesa não perdeu a oportunidade de posar :)


Só tenho pena que cá por casa não reine a mesma harmonia que encontrei no espaço exterior. Este é o aspecto da minha mesa de trabalho hoje. 




Infelizmente sou muito indisciplinada quando toca às manualidades. Raramente tenho só um projecto em mãos, não sei que se passa, mas sempre que inicio algo lembro-me de mais uma dúzia de coisas que quero fazer. E é habitual ter várias coisas começadas. O problema é que depois disperso-me, passo de um projecto para outro e arrastam-se todos por longas semanas. Já tentei contrariar este feitio, mas ainda não alcancei esse objectivo.



A ver se me foco e termino estes trabalhos.

sexta-feira, janeiro 25, 2013

De como é bom viver no campo III

E ver plantas que despontam de forma espontânea sem que ninguém as tivesse ali plantado...

Como esta faveira, que se afastou do resto do faval. Quem sabe para que reparassem nela...


E de como os tufos de salsa e de hortelã aparecem por todo o lado, principalmente se houver por perto uma qualquer fuga de água do sistema de rega.





sexta-feira, janeiro 11, 2013

De como é bom viver no campo II

Outra das vantagens de viver no campo é poder ter o Napoleão como animal de estimação.

Napoleão, diz olá aos visitantes!


Na verdade ele é mais que um animal de estimação, faz parte da família. O Napoleão nasceu no nosso terreno e fez dele a sua casa. 
Está tão crescido, já tem comportamentos de "homenzinho", mas continua com a traquinice própria da idade. Afinal, só tem 5 anos!


Quem também habita este nosso lar é a Violeta. Juntou-se a nós quando tinha 1 mês e já vai nos 2 aninhos, uma princesinha travessa.


Tenham um bom fim de semana!

sábado, janeiro 05, 2013

De como é bom viver no campo I

Tive a sorte de nascer e crescer no campo a escassos 2,5 km da cidade - que na altura ainda era uma Vila -. Pude assim desfrutar do melhor de ambas, dos prazeres da primeira e da comodidade da segunda.

Actualmente vivo na dita cidade, mas é só afastar-me uns pouquíssimos quilómetros para estar novamente no campo.

A casa da minha mãe é rodeada pela natureza, temos o rio, a reserva ecológica, as hortas, os pomares e um sem número de coisas que nos despertam os sentidos.

Viver no campo é uma surpresa constante, a cada dia vemos algo diferente, algo que surge, que desabrocha, que se desenvolve, que se transforma. As novidades sucedem-se ao ritmo que a natureza impõe.

Adoro ver o musgo nas pedras.


Os espinafres que crescem de forma descontrolada à sombra da nora.


A hortelã e o agrião que encontraram um oásis junto a uma fuga de água do velho tanque de rega.


Mas bom mesmo é poder sair pela porta e voltar com esta frescura :)


Tenham um óptimo (com "p" que eu ainda não adoptei o novo acordo) fim de semana!